segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Análise de Momodora: Reverie Under the Moonlight

janeiro 26, 2026

Momoroda 4, ou Momodora: Reverie Under the Moonlight é um jogo muito mais ambicioso e aprimorado do seu antecessor. Eu comprei esse jogo na Gog a alguns anos e ainda custei a jogar ele de verdade para fazer uma resenha honesta, mas felizmente, estou aqui para dar a minha opinião sobre o game. A minha análise vai ser em comparação com o Momodora 3, cujo eu já analisei aqui no blog.


A primeira grande novidade notável nesse novo jogo se diz em conta as sprites dos personagens. Eles não são mais pequenos, o que mostra que o jogo agora não será tão simples assim. Em Momodora 3, eu terminei em menos de duas horas... enquanto este, levei um pouco do dobro de seu tempo (lembrando que eu fiquei muitas horas e em muitas outras tentativas, o que pode ter encurtado um pouco). Diferente do seu antecessor, agora você não escolhe duas personagens - mas joga com apenas uma chamada Kaho.

Não entrarei em detalhes sobre a história, mas digamos que a sua personagem (uma sacerdotisa) está na aventura para salvar o reino. Durante o jogo, você conhece alguns personagens e dependendo das suas decisões, pode mudar a história para o final ruim ou bom. (Eu infelizmente, fui de final ruim mesmo). De quebra, o jogo apesar de ser curto (em comparação a outros Metroidvania) tem suas qualidades.


Enquanto Momo ou Dora só atacavam a curta distância, aqui foi dado a Kaho um arco e flecha, que pode ser carregado para atirar mais delas (semelhante a Mega Man X). Ela também pode rolar pra esquivar-se de ataques e dar pulo duplo. Por ser um jogo mais ambicioso do que o anterior, não há mais corações de vida - mas sim, uma barra de vida. Que é aumentada quando o jogador encontra corações escondidos pelo mundo (muitos inclusive, em áreas secretas).

Kaho recebe um item que pode se transformar numa gatinha

Kaho pode usar dois equipamentos (que lhe darão habilidades passivas) e encontrar itens que podem curar sua vida, aumentar seu dano por um tempo, iluminar o cenário, etc.


A diferença entre esse e o antecessor é surreal. Sendo Momodora: Reverie Under the Moonlight, um jogo muito maior, mais bonito e uma evolução de tudo o que vimos em Momodora 3. Felizmente, esse jogo está naturalmente traduzido para o português do Brasil.

A minha análise foi feita baseada na versão da Gog, você pode comprar pelo link abaixo: (R$20,00)


Momodora: Reverie Under the Moonlight on GOG.com

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Drakesang Online na Steam, qual suas diferenças para a versão original?

janeiro 23, 2026


Drakesang Online é um RPG online no estilo diablo que é baseado em um RPG de mesa chamado Dark Eye. Na minha análise sobre esse jogo, eu explico mais sobre isso. 

Eu passei algumas horas na versão steam do jogo e apesar de termos o mesmo jogo e mesmo servidores (onde você pode jogar com amigos que jogam o game fora da Steam), existem alguns pró e contras que eu gostaria de compartilhar.

Os prós são basicamente a facilidade de jogar o game sem a necessidade de criar uma conta. Você já loga com sua conta steam e tá tudo certo. Outra facilidade também nessa versão é a compra dos itens dentro do jogo (no caso, gastando dinheiro real). Que nos oferece a possibilidade de comprar itens usando o saldo da sua steam.

Agora vem a parte negativa: o idioma.

Na versão do jogo fora da Steam, ele já está marcado como em português. Na Steam não, sempre em inglês e tendo que trocar sempre antes de jogar. Eu iria jogar com um amigo que fez um personagem em um servidor diferente, e mesmo trocando para o português - o jogo entrava em inglês. O que me fez negativar o jogo na Steam e preferir a original. (Eu desinstalei o jogo e no outro dia, eu instalei e tentei entrar nesse servidor pra ver se dava pra criar meu personagem e não ter esse bug de estar em inglês mesmo colocando em português, e também, o que me fez escrever essa curta resenha).

Será que eles não poderiam salvar o idioma escolhido? Sim, ele tá em português de Portugal, mas deveria salvar pro idioma escolhido. (Podem ser que eles mudem).

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Conheça Pequenos Guerreiros, meu primeiro jogo 3D

janeiro 16, 2026

Pessoal, acabei de lançar meu primeiro jogo 3D.

Trata-se de Pequenos Guerreiros, um jogo feito na engine Smile Game Builder. 



Para aprender a mexer na ferramenta, criei esse jogo simples. Você pode encontrá-lo para DOWNLOAD GRATUITO na itch.io, clicando no link abaixo.


Se baixaram por aqui, deixe nos comentários o que acharam do jogo. Ele é totalmente gratuito.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

A tradução de diablo 2 loD recebeu uma grande atualização!

janeiro 05, 2026

Para quem curte diablo 2 e sua expansão, uma novidade!


O autor da famosa tradução do jogo disponibilizou gratuitamente uma atualização de sua tradução. Ela está melhorada e apresenta coisas que a antiga tradução não disponibilizava, como o nome dos lugares e a tradução do menu.


No site GunRoad (onde o autor postou sua tradução), ele explica as principais diferenças entre essa nova versão e a antiga que é bastante difundida. Para você baixá-la, precisará criar uma conta no site (que é facilmente criada com o sua conta google ou facebook). Por ser um produto não-comercial, você pode "comprar a tradução" digitando 0 mesmo no valor do preço (mas se quiser, pode doar um valor simbólico ao autor - algo que ele mesmo menciona os motivos no site).


Por fim, eu testei e realmente agora dá pra dizer que temos diablo 2 Lord of Destruction completo em portugues.


Baixe a tradução agora: Tradução Revisada de Diablo 2 e Lord of Destruction para Português Brasileiro

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Minas de Diamante - o primeiro suplemento gratuito para O Reino Mágico dos Pinguins, RPG de Inclusão

dezembro 11, 2025
Algum tempo atrás escrevi um RPG de Inclusão chamado O Reino Mágico dos Pinguins, que você pode baixar aqui.

Neste jogo, você controla os Pinguins de Niko: pinguins que vivem no deserto! O mundo onde eles vivem é chamado de Terras da Areia Escarlate. Os Pinguins de Niko são pinguins que vivem no deserto, e são criticados pelos demais povos. Os Pinguins de Niko sobrevivem as críticas e mostram que podem fazer qualquer coisa.

Estou aqui para mostrar o primeiro suplemento gratuito para O Reino Mágico dos Pinguins, chamado de Minas de Diamante.




Esse livro apresenta uma aventura pronta, especialmente usada para Mestres jogarem com seus amigos, para ensinar conceitos de inclusão e combate ao capacitismo. Ele também apresenta a história das Minas de Diamante, trazendo os Snafs: diamantes falantes e um item mágico novo, chamado de Armadura de Diamante.


sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Reino Mágico dos Pinguins - Um RPG sobre Inclusão

novembro 14, 2025


Olá amigos, eu me chamo Thiago Gomes, e trabalho escrevendo jogos de RPG. Além disso, escrevo alguma coisa por aqui, neste blog.

Seja como for, criei um RPG sobre Inclusão, chamado O Reino Mágico dos Pinguins. Inclusive, ele é totalmente gratuito, e pode ser distribuído livremente em qualquer lugar, desde que sua venda seja proibida.

Neste jogo, os Personagens jogarão como Pinguins, de um reino no deserto, chamado Niko. Esse reino não fazia parte das Terras da Areia Escarlate, mas uma mudança climática fez a região dominada pelos pinguins secarem. Alguns fugiram, mas outros decidiram encarar a situação de peito aberto. Nesse caso, o reino de Pinguins Niko foi construído no deserto, sendo o reino mais próspero.

Os Jogadores serão Pinguins de Niko, e podem ser Guerreiros, Cientistas ou Médicos. Eles são Heróis, que fazem missões e lidam com críticas de monstros e de outros povos vizinhos.

Esse jogo tem um sistema próprio, muito simples. Você precisará apenas de 1d20 (dado de vinte lados). Além disso, temos mecânicas bem interessantes, como a Força Pinguim (que soma dois atributos em um teste) e os poderes adquiridos na campanha: em vez de gastar pontos, todo "20" natural no d20 o Personagem ganha uma Habilidade única da classe.


Importante: gostaria de Feedback. Se gostou do jogo, deixe um comentário abaixo ou então mande um e-mail ou mensagem, ok.

sábado, 1 de novembro de 2025

Unreal Gold não funciona em placas de vídeo mais modernas? veja como resolver

novembro 01, 2025


Se você quer jogar sua versão da steam ou outra plataforma de Unreal Gold, há um patch feito por fãs que atualiza o game que permite utilizar placas de vídeo mais modernas. 

Acesse esse site: https://unrealarchive.org/unreal/patches-updates/patches/patch-227i/index.html e clique em unreal.ut-files.com e assim, baixará o patch. Já o arquivo de instalação só pede para você mostrar qual pasta em que o seu jogo estará instalado e após a conclusão, você poderá desfrutar do seu jogo.

Leiam minha resenha sobre o jogo: Unreal Gold: o FPS quase desconhecido da Epic Games! - Rei dos Games!


sábado, 11 de outubro de 2025

Slain back from Hell é um jogo muito difícil e nada animador

outubro 11, 2025

Eu gosto de jogar jogos difíceis. 


É minha praia e aqui no blog, eu ja resenhei vários. Mas o jogo de hoje, não é só difícil, ele é absurdamente traumatizante e que não recompensa o jogador que se esforçou para vencer os desafios. Na primeira vez que comecei a jogar o game, fui até um pouco longe, mas chegou em um ponto em que você precisa ser o "mago do Slaim back from Hell" pra passar. Mas por que?


Porque o nível de dificuldade do jogo apresenta uma enxurrada de inimigos que você tem que aprender a entender seus padrões para poder passar. Até aí, tudo bem. Porém, o número de mobs colocados contra o jogador é absurdo, o prendendo em tal parte do jogo. Na primeira jogatina, é comum você após passar um grande desafio com pouca vida, estar pensando: "pronto, passei dessa parte", até se deparar que o jogo te colocar mini-bosses pra te bater e te frustar. Ou seja, você precisa primeiro: aprender a sequência dos monstros da fase, para depois, lutar racionando recursos (vida) para enfrentar os últimos de uma possível horda.

Isso sem falar nas pegadinhas e armadilhas. Bom, falando das coisas boas do jogo - está nos seus gráficos em pixel art bem bonitos. O jogo é um pouco curto em questão de fases, mas os desafios o deixam um pouco mais longo. Aqui, você controla um personagem que foi revivido e precisa se não me engano, salvar seis reinos. Não me dei conta com a história porque o jogo é em inglês e não há tradução.


Não existe upgrades, apenas áreas secretas. O personagem continuará com a mesma vida do começo e o progresso é salvo automaticamente quando se chega em um dos checkpoints ou passe de fase. Falando dos checkpoints, eles são muito longos e o jogador deve passar um bom pedaço enfrentando Deus e o mundo e se conseguir sobreviver, ter seu jogo salvo - do contrário, vai ter que sofrer para passar tudo de novo. 


Para lutar contra os monstros, o personagem pode atacar com sua espada, usar um "dash para trás" (que se torna realmente útil no final do jogo e contra os chefes dele), usar um disparo mágico (que gasta mana e o jogador pode segurar o botão para gastar mais e dar mais dano) e pode canalizar o poder de sua arma e em seguida, causar um poderoso golpe (mas que precisa segurar até o limite e depois soltar o botão e ir para frente?)


Aqui vai uma "grande inovação do jogo": o personagem tem 3 armas: uma espada de prata (acho que é de prata, eu não sei inglês), uma espada de fogo e uma espécie de espada-machado de gelo. Que na prática, muda apenas o gráfico dos ataques com a espada e a cor da magia disparada. O problema é que, cada arma, oferece um dano a mais nos inimigos e você precisa descobrir testando qual arma dá mais dano em quem, ja que você não tem acesso a uma barra de vida dos mobs.

Quando comprei esse jogo e cheguei longe, após passar por uma parte impossível - fui trolado com dois mini chefes que deveria enfrentar sem magia e vida. Assim, deixei o jogo na geladeira da Gog por 4 anos e daí, tive vontade de jogar do zero e conseguir zerar. É como eu falei, o desafio é extremo e você NÃO TEM NENHUMA RECOMPENSA. Não ganha magias novas, não aumenta a energia, não ganha novas habilidades e quem parece pior são os chefes. É claro que cada fase é única e tem suas mecânicas e os combates com os chefes por mais que difíceis, não são complicados.


Eu não sei se recomendo esse jogo - acho que fico no meio termo. A pessoa precisa jogar e ter sua própria opinião. Eu jogaria de novo (afinal, eu comprei o jogo) mas não sei se, ele é pra todo mundo. Possui um ambiente heavy metal bem legal para quem gosta do tema, mas a sua dificuldade chega a pleno ridículo, enchendo com hordas de monstros que te obrigam a morrer pra decorar qual será os últimos da horda e você jogar racionando recursos.

Há uma mecânica de parry, que se você apertar o botão de defesa na hora certa que vai levar um golpe, pode aplicar um contra-golpe poderoso que recuperará um pouco de sua mana. É bem útil, mas... é um recurso muito básico pela dificuldade que o jogo apresenta.


Minha análise é da versão Gog (R$26,00), compre agora pelo link abaixo:


Slain: Back From Hell on GOG.com

sábado, 4 de outubro de 2025

Análise de 101 Cats Hidden in Brazil

outubro 04, 2025

101 Cats Hidden in Brazil é um jogo indie, criado pela NaipSoft, em Agosto de 2024.

É um jogo simples, com a mesma proposta de A Building Full of Cats All. Neste jogo, de uma única fase, você precisa achar os 100 Gatinhos no Rio de Janeiro.

O interessante é que cada gatinho possui seu próprio nome e miado. Há um contador de tempo que mostra seu progresso. O desenho é todo feito a mão. Demorei pelo menos 24 minutos para zerar esse jogo.

É um ótimo jogo para testar suas habilidades de pesquisa.

Caso queiram comprar o jogo, ele está custando menos de R$5 na Steam.



sábado, 23 de agosto de 2025

Análise de End of Zoe, DLC de Resident Evil 7

agosto 23, 2025

Alguns anos atrás eu fiz uma matéria sobre Resident Evil 7, um dos melhores jogos da franquia que eu já joguei na vida! Aproveitando uma promoção na Steam, comprei a expansão End of Zoe, com a qual vou falar aqui.

End of Zoe conta uma outra parte da história, especialmente o que acontece com Zoe quando Ehtan a deixa para salvar Mia. 

Aqui, você controla o tio dela, chamado de Joe. No começo, por causa do Mutamiceto, Zoe acaba ficando cristalizada sob ordens de soldados de Chris Redfield, mas ela é salva por Joe. Além de bater nos soldados do Chris, ele vai em busca da cura para Zoe.

Diferente da história do Resident Evil 7, onde só havia um único antídoto, aqui Joe encontra mais um, e é este que ele vai atrás para salvar sua sobrinha. Todos os monstros aqui são abatidos na porrada, com socos e chutes, e eu percebi que esse Personagem é um dos mais machos que eu já vi no mundo dos games!


A dlc é curta (zerei com menos de três horas, acredito) mas ela é bem legal. 

No jogo, Joe ataca os inimigos com socos e chutes (especialmente socos), e ele come insetos (que também são criados para poções). Ele também usa ataques de lanças, bombas explosivas e uma manopla da Umbrella. O chefe do jogo é o próprio Baker, que não foi morto pelo Ethan, como pensávamos.

As fases são bem legais, e apenas no fim do jogo que vemos que eles "aproveitaram" o mapa do Resident Evil 7. No total, essa DLC é bem agradável. Acredito que foi a melhor DLC que eu já vi sobre um jogo da Capcom, até o momento.

A história também é bem legal. Acho que compensa. Vou deixar abaixo onde comprar, na Steam

End of Zoe (Steam DLC)

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Ion Fury consegue oferecer o melhor da velha guarda

agosto 06, 2025

Como não é segredo para ninguém, eu sou fã de Doom e também, da franquia Duke Nukem e seus derivados. Cujo já resenhei muitos jogos aqui! Gosto da engine usada pela 3D Realms que a alguns anos atrás, me surpreendeu com um novo jogo lançado nela e que prometia inovações. Cheguei a comprar esse game na Steam se não me engano, em 2024 - e gastei algumas horas nele. Mas a jogatina pra valer foi em 2025 e irei explicar o porque.


Para quem está acostumado com os jogos desse tipo, é bem comum subir a dificuldade logo na primeira vez - assim teríamos mais ação e mais inimigos. Porém, esse foi o meu primeiro desafeto com o jogo - que na real, é bem mais difícil do que o Duke Nukem (na verdade, ele já é desafiador no modo normal) e essa minha primeira tentativa, me frustrou muito. Para quem quer jogar Ion Fury, recomendo que comece pelo modo normal de jogo, já que ele proporciona um desafio ao jogador explorando coisas como o design das fases e posicionamento dos inimigos.

Apesar de apresentar inovações do jogo com a engine antiga, ele capricha muito bem em suas fases. Aqui todas elas são interligadas assim como o Unreal, não tendo uma saída por assim dizer. As fases são divididas para compor um estágio maior e isso pode ser um problema - já que muitas vezes, você não consegue supor onde está a saída da fase ou onde deverá ir... além disso, as fases são enormes e o conjunto delas, deixará o jogador entretido por horas.


Ele apresenta uma variedade grande de armas, destaque para o revólver (a arma inicial da personagem) e as bombas que ela utiliza. O revólver básico da protagonista consegue ser tão eficiente e útil durante o jogo todo - o que não é comum em jogos clássicos desse gênero. Com o uso dessa pistola, é muito mais fácil oferecer head shot's porque diferente do próprio Duke Nukem, os inimigos recebem mais dano na cabeça. O design das fases é impecável, embora eu já disse que podemos nos perder nelas - felizmente, eu consegui passar sem precisar de detonado. Nas dificuldades maiores a coisa aperta porque os inimigos atiram em lugares que por você não conhecer, é facilmente surpreendido.

A personagem é carismática e casca grossa que nem o que se espera dos personagens desse tipo de jogo. Os inimigos (na maioria humanos) proporcionam excelentes tiroteios, apesar de serem meio tapados. (Com um belo tiro na cabeça eles morrem, diferente de Half Life!) Ele apresenta um arsenal de nove armas, incluindo um cassetete que ao agredir impõe eletricidade no oponente, uma besta, escopeta, uzi's (incluindo o uso de uzis duplas, que nem o jogo do Shadow Warrior) e outras. Há alguns pequenos puzzles que devem ser resolvidos para a conclusão das fases.


Por usar a mesma engine de jogos clássicos, eles possuem a mesma mecânica. Porém, aqui a protagonista não carrega vários itens como em Duke Nukem ou Shadow Warrior. Você pode pegar o kit médico (com limite de até 4) e o radar (que funciona similar ao CS mesmo). Esses itens você não seleciona, mas usa com apetar do botão M para o kit médico e o N para o uso do radar. Você pode pegar nas fases itens essenciais, como uma bota que permite pulo duplo, por exemplo, mas ao pegar um desses itens especiais, o máximo que você pode fazê-lo é trocá-lo por outro. Nossa amada policial só pode levar um desses itens por vez... algo que estranhei a princípio, por estar mais acostumado com os outros jogos.


Eu recomendo demais, a única coisa que eu achei desnecessário foi o chefe final. Um doutor que fala com a personagem durante o jogo e parece ser o líder dos canalhas que metralhamos ao longo da campanha (e dos robôs também). Porém, a batalha final foi entediante - já que o vilão está protegido e você deve destruir um ponto com uns quinhentos monstros em cima de você. Por sorte, eu consegui vencê-lo, mas com muito desgosto e salvando sempre que conseguia dar dano.

Na real, é um ótimo jogo. Que respeita a velha guarda e ainda apresenta maior desafio - eu quero sim, jogar e zerar nas dificuldades maiores - mesmo achando uma porcaria esse vilão final. Por fim, o que faltou nessa versão foi uma versão coop multiplayer, que cairia bem ... mas eu acho que de alguma forma, isso pode ser providenciado.


Essa análise foi feita com a versão Steam. Você pode comprar através do link abaixo (R$74,00):


Ion Fury no Steam


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Rei dos Games é um site destinado a falar tudo sobre videogames (jogos antigos), RPGs de mesa e board games. Além disso, trazemos tutoriais, dicas, cheats de quem realmente experimentou essas mídias, trazendo também boas recomendações.


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